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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Pokémon Go :: Dicas para derrotar e capturar Suicune

É chegada a hora de utilizar seus lendários.



Tipos
O último dos 3 cães lendários liberado aqui no continente americano vem para preencher o mês de novembro com novas capturas. Basicamente Suicune é um Pokémon do tipo Água, sendo assim você precisará colocar em sua equipe Pokémon do tipo Elétrico ou Grama

Evite: Pokémon do tipo Fogo, Pedra e Chão são fracos contra Pokémon do tipo Água. Portanto, todos os Pokémon utilizados até agora (Golem, Tyranitar e Rhydon) são um tiro no pé. 

Lutando: Sugestão de Ataques e Pokémon 
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Os ataques Trovadas de Choque + Relâmpago são uma boa pedida para essa batalha. Confusão e Raio Solar também dão conta do recado.

Uma boa pedida para essa batalha será o Zapdos ou o Raikou pois possuem status bem fortes para a batalha. Venusaur e Exeggutor também são boas opções. Dragonite e MewTwo, apesar denão terem vantagens contra Pokémon Água, eles são opções adicionais para sua party. 

Sendo assim:
Raikou: Trovoada de Choques + Ataque Selvagem
Zapdos: Carga Elétrica + Relâmpago
Exeggutor com Confusão + Raio Solar

Outras opções: Dragonite, MewTwo, Jolteon, Venusaur

Capturando

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Assim como os demais, você terá apenas 2% de chances para capturá-lo inicialmente. Utilize de Bolas curvas e Golden Razzberry para aumentar as chances. Certifique-se de que já tenha a medalha de ouro para Pokémon do tipo água.

Durante a luta, a investida de Suicune é curta e você pode se preparar para jogar a pokébola especial direito quando ela terminar. Ele pode pular no ar, mas geralmente o círculo maior permanece próximo - quase no mesmo lugar. Entretanto evite atacá-lo antes de pular. Abaixo um vídeo com o comportamento do Pokémon.


Boa Caçada à todos!

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Na estrada - Comprando um chip de celular na Índia




Unboxing do Mega-Drive


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Netflix :: Confira as estréias de Novembro


A Netflix divulgou o seu calendário de Novembro. entre as novidades temos as primeiras temporadas de 'The Sinner", "Ela quer tudo" e "O justiceiro" (este último pertencendo ao universo da Marvel na Netflix). Os filmes "O Matador" e "Descompensada" também estão no cardápio. Confira o vídeo com o calendário:

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Thor cômico de Taika Waititi reforça o novo posicionamento da Disney e Marvel: entreter o público

Thor: Ragnarok se propõe a reinventar o herói Thor em um novo filme que mistura ação e comédia. Em doses questionáveis de humor, o longa pode agradar o grande público mas incomodar alguns fãs mais calorosos.

Diretor Taika Waititi e elenco
Taika Waititi é um nome cacofônico - típico de trava-línguas com a letra T - que dá nome à um diretor, ator, escritor e produtor neozelandês de grande talento e veia cômica. Suas histórias se baseiam no timing e em um humor que relaciona situação à personagens de forma natural e fluída.

Pensando no diretor e no direcionamento que a Marvel Studios deu à muitos personagens, surge Thor: Ragnarok, o terceiro filme solo do herói Thor, vivido por Chris Hemsworth - que também já deu longos passos na comédia nos últimos anos - e o décimo sétimo filme do universo cinemático da Marvel Studios.

A trama acompanha o desfecho dos eventos de Thor: Mundo SombrioVingadores: A Era de Ultron, mostrando a incursão da vilã Hela (Cate Blanchett) à Asgard, levando aos eventos que podem ocasionar ao Ragnarok (o fim do mundo nórdico). Durante os eventos, Thor e seu irmão Loki, o príncipe das trapaças (vivido por Tom Hiddleston), são desolados no planeta Sakaar - lar da Graphic Novel "O Planeta Hulk" publicado entre 2006-2007 - onde o deus do trovão se vê forçado a batalhar em uma arena com o Vingador Hulk (Mark Ruffalo). Na trama, a personagem Valquíria (Tessa Thompson) trabalha para o líder de Sakaar, o Grão-Mestre (Jeff Goldblum) e Thor precisa confrontá-los para se livrar da situação e poder voltar para Asgard com o objetivo de livra-la das mãos de Hela.

A história e o roteiro são fechados. Waititi e Hemsworth embalam a história com muito humor e Led Zeppelin (assim como o primeiro trailer). O humor e visual que por alguns minutos se parecem o propositalmente trash Kung Fury de 2015, renova o universo de Thor. Durante minha sessão, gargalhadas puderam ser ouvidas pelo cinema, amigos classificaram o filme como "o filme mais engraçado da Marvel" e críticos compararam o novo Thor com a época de Kirby e Walt Simonson.

Sapo Thor - Mencionado no longa que possui dezenas de Easter Eggs para agradar aos fãs
Mas...

O excesso de piadas tira o Thor clássico de seu eixo.  Para o fã clássico poder gostar de Thor: Ragnarok, será preciso entender que esse é um novo Thor. Mas não me entenda mal, há consistência no personagem. Desde o primeiro filme, vemos Thor Odinson saindo de Asgard, engolindo seu orgulho e buscando formas de se tornar digno novamente. O terceiro longa concretiza essa visão e encerra a jornada do herói nórdico de forma coesa.

Entretanto, temos que notar que o filme de Waititi tem uma lista de propósitos maiores como: divertir a maior quantidade de pessoas, atrair uma gama de fãs casuais (que conhecem a Marvel somente nos cinemas), levar a família para os cinemas e vender bonecos. Essa é a Marvel feliz, dos parques de diversão, da Disney, do universo fantástico e maravilhoso. As cores e os timings são provas disso.

Waititi coloca sua marca na franquia Thor e consolida o tom que se espera para o herói. Infelizmente os personagens de Anthony Hopkins e Cate Blanchett ganham uma camada secundária que é pouco explorada. Blanchett, que já mostrou sua versatilidade interpretando 13 personagens em Manifesto, dá uma roupagem diferente para os vilãos da Marvel, porém que merecia maior importância. Sua impossibilidade de invadir os outros reinos, causar destruição e ser efetivamente uma ameaça maior na trama, parecem uma chance desperdiçada. 

Loki e Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) também perdem sua relevância e parecem ter sido deslocados do contexto em alguns momentos.

Taika e Chris no set de Thor: Ragnarok

Aceita que dói menos

Por sorte o filme acerta nas cenas de ação e nos efeitos visuais. As lutas são bem coreografadas e Led Zeppelin completa-as de forma que empolgam em muito a plateia já aberta dada a quantidade de risadas que o longa propicia.

No terceiro ato, nada parece estar fora do lugar. Todo o desfecho e toda a simplificação de ambiente criam um elo que vincula o universo dos Vingadores na Terra com o universo de Guardiões da Galáxia no espaço. É chegada a hora dos heróis se unirem mais uma vez... mas com um pouco mais de seriedade, afinal de contas, estamos falando de Thanos.

Thor: Ragnarok  
Nota (1-5):  3 





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The Last of Us 2 :: Novo Trailer revelado


Durante a Paris Game Week 2017, a Naught Dog liberou mais um trailer de The Last of Us 2. Propositalmente sem Joel e Ellie no trailer, nos é apresentado novos personagens que provavelmente mostrarão mais da trama por trás do game. Nada além disso foi revelado.

Vale lembrar que o vídeo aparenta estar rodando em real time e a qualidade está excelente. Confira:


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Stranger Things :: Vídeo promocional compara Demogorgon com Chupa-cabras


Depois da Xuxa, da Chiquinha do Chaves (interpretada pela própria Maria Antonieta de Las Nieves), Marília Gabriela entra na onda das promos da Netflix para divulgação de Stranger Things.

Dessa vez, o vídeo conta uma história que associa o Demogorgon com a creepy pasta latina (e bem abrasileirada) da lenda do Chupa-cabras. Confira o resultado:



Stranger Things 1 e 2 estão disponíveis na Netflix.

(Atualização)
O vídeo faz parte de um promo maior por conta da parceria da Netflix com o SBT, assista ao material completo:


 (Fim da Atualização)
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Rick & Morty :: Seriado indiretamente levanta um questionamento polêmico: o fã tóxico

Niilismo? Universos paralelos? Vida inteligente fora da Terra? Física Quântica? Sentido da vida? Nada disso, o maior problema que Rick Morty evidenciou nas últimas semanas foi outro.

Terceira Temporada de Rick & Morty causou diversos questionamentos dentro e fora da série
Por Fernando Jácomo,

Rick & Morty é uma animação que está associada à muitos adjetivos e buzzwords: transgressora, disruptiva, inovadora... e por aí vai. Além de abordar questões filosóficas de forma bastante complexa, é também uma série que bebe de diversas animações para adultos como Simpsons, Futurama, Family Guy e Frango Robô (esta última também pertencente da mesma dona, Adult Swin).

Assim como todas essas séries, R&M tem diálogos ácidos e cheios de ironia. entretanto conta com um diferencial: Não há limites! E diante de tanta "loucura" em tela, o seriado consegue levantar questionamentos importantes que fazem você repensar sua existência. 

Não durou muito tempo, para que alguns anos depois, uma comunidade inteira de fãs se formasse e passasse a amar a série. Porém diante de toda essa complexidade e, recentemente com a exibição da terceira temporada de R&M, um problema veio à tona: toxidade dos fãs.

O fato (e prometo não soltar spoilers)


A história desse problema começa após a exibição do primeiro episódio da terceira temporada de Rick & Morty em Abril de 2017. No episódio com o nome "Lost in the sauce", Rick se encontra em uma situação em que relembra uma promoção do MC Donalds do filme Mulan da Disney (filme de 1998), onde eram oferecidos nuggets com um molho chamado Szechuan Sauce.


O MC Donalds viu no episódio inicialmente uma homenagem e enviou para Justin Roiland, um dos criadores da série, um galão do molho.


Após o episódio, os fãs saudosistas começaram a pedir pelo mesmo molho. Vendo uma oportunidade, a rede de Fast Food nos EUA fez uma promoção onde alguns restaurantes do país receberiam em torno de 20 porções do molho especial em apenas um dia.

A promoção gerou filas gigantescas e nem todo mundo teve seu molho. Houve confusão em diversos pontos do país, pessoas molhavam seus nuggets em poças do molho caído no chão, houve manifestação, protestos, brigas, polícia, prisão e até molhos sendo revendidos e leiloados por preços abusivos - dizem que venderam por um carro, mas isso parece apenas fake news.

A rede do Mc Donalds prometeu que relançará o produto em um futuro breve depois de tamanha confusão.

Fãs (tóxicos), se acalmem

O que está errado nessa situação é pensar até onde os fãs vão para defender suas séries com unhas e dentes. 

Mas como tudo na vida, devemos olhar para os dois lados dessa moeda polarizada... primeiro para os fãs: Até algumas décadas atrás, nós nerds vivíamos nas sombras, organizados em pequenos grupos que se juntavam para falar de quadrinhos, filmes, games, RPG ou qualquer outro assunto nosso.

Éramos zoados e não era legal ser nerd! Na época não falávamos do termo Bullying e era legal ser do esporte ou popular.. mas não nerd. Demorou para nós nerds ganharmos espaço, aprendermos a nos defender. 

O que incomoda muitos de nós, é que a questão virou mainstream e hoje todos querem ser nerds. Porém o merecimento daquele que foi zoado e recebeu bullying a vida inteira é maior... para alguns de nós.

Por outro lado, vivemos em uma sociedade e o fato do produto/série/franquia tão amado(a) ser mainstream faz com que ele tenha acesso e possa ser melhor aproveitada. E que bom que é legal ser nerd, pois finalmente temos destaque e podemos ser reconhecidos por algo que gostamos muito.

Mas alguns de nós, pensam: eu sou merecedor, custe o que custar. 
Aí temos o fato do MC Donalds e tantos outros frequentes: o fã tóxico, as dicussões e as brigas. Por sorte não é a maioria.


Fila de fãs atrás do molho - Filas e exclusividade fazem parte, mas e quando há discussão e confusão?
Mas o problema não é esse... sério!

E me permitam ser ríspido: a briga é uma burrice desnecessária.  Além de toda discussão virar um tremendo Fla-Flu entre DC e Marvel, Playstation e Xbox, Iphone e Samsung e etc, existe uma questão importante: 
O MC Donalds (e muitas das outras empresas) não é uma organização filantrópica, ela quer somente seu dinheiro. Ela quer lucro, ela não importa com sua saúde. Ela faz campanha social para reduzir pagamento de impostos. Ela quer barulho e quer que você compre seu lanche, pague e depois volte. Só isso. 
Assim vale para a Apple, Sony, Microsoft etc. Elas só querem seu dinheiro. Elas estudam meios de nos agradar gerando uma necessidade em seus clientes para que estes, se tornem fiéis à marca e gastem. Recentemente,  um desenvolvedor do game Mass Effect ratificou esse problema ao afirmar que a EA não se importa com o que os jogadores querem, ela quer seu dinheiro em micro transações

Tudo bem fazer filas para pegar aquele produto com exclusividade, só não vale "cruzar a seguinte linha": estou fazendo mal (fisicamente ou psicologicamente) para mim ou para algum outro ser-humano por causa de uma marca ou produto?  

Galera, o mundo é capitalista! 

Pensar que alguém quer sua alegria apenas é ser ingênuo demais. Tecnicamente o que o MC fez foi um buzz de marketing e um teste para um produto.

Analisem os fatos: Mulan vai voltar aos cinemas em 2019, MC se aproveitou de Rick & Morty e do buzz nas redes sociais para criar uma campanha de um dia. E o detalhe: 20 potinhos por unidade no MC Donalds! 20!

É correto afirmar que MC Donalds está jogando um jogo perigoso. Segundo um artigo no Polygon, O MC Donalds está perdendo sua parcela no mercado cada vez mais e se utilizar da polêmica nas redes é uma ótima saída para ganhar popularidade.

Tanta briga vale a pena?

E pessoal, vale a pena brigar com seu amigo no facebook porque ele não é um super conhecedor de algo ou porque ele gosta de algo diferente? Vale a pena brigar por se achar mais merecedor por algum motivo?

Será que os nerd-moderados precisarão voltar aos grupos isolados dos anos 80-90 para se protegerem dos fãs-haters e exagerados?

Muitos adoram Rick & Morty (e se alguém não gostar, tudo bem). Só não nos matemos por causa de um produto. E como diz Morty: 
"... ninguém existe por uma razão, todo mundo morre um dia, venha assistir TV."

E se fizerem questão do molho, a receita está na internet.

Fernando Jácomo é analista de sistemas com especialização em Gestão de Negócios, estudante de História e Marketing Digital entende que as empresas só querem seu lucro e por isso vai continuar assistindo TV e jogando videgame enquanto inventa milhares de molhos diferentes na cozinha.


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Está na hora de Overwatch se reinventar?


Por Fernando Jácomo,

Quando chegou em 2016, Overwatch foi um sucesso de vendas e de público. No melhor estilo Hero Shooter, o game conseguiu abocanhar uma grande parcela no mercado, acostumados ou não com FPS.

Os motivos eram muitos: personagens carismáticos, diversidade de jogabilidade, interação social, atualizações online gratuitas, possibilidade de montar múltiplas estratégias e cutscenes fora do ambiente virtual que contavam mais sobre o universo de Overwatch.

Logo uma comunidade inteira se formou, dando espaço para campeonatos com prêmios atraentes. Tal fato é que o número de usuários só têm aumentado, alcançando a marca de 35 milhões de jogadores em Outubro de 2017 (quase 3 cidades de São Paulo).

Diante desse cenário e pensando no futuro, há chances de Overwatch precisar iniciar um processo de reinvenção.

Existem 2 elementos que tendem a ratificar essa ideia:

O primeiro é a própria comunidade. Segundo os próprios desenvolvedores, há uma grande toxidade entre os jogadores de Overwatch. Ofensas, falta de paciência e assédio (especialmente com jogadoras do sexo feminino) estão na lista dos maiores reportes. A Blizzard têm procurado incentivar os jogadores a darem o reporte, porém sempre existe o risco de jogares serem banidos indevidamente. Por fim, o diretor do game, Jeff Kaplan fez uma análise após o seu comentário sobre toxidade, afirmado que tal elemento faz com que o game progrida lentamente e acabe prejudicando a marca. 

Outro elemento importante é o buzz de mercado. Segundo o Google Trends, Overwatch perdeu muito espaço nas discussões da web comparado a novos games do ano como Destiny 2 e Assassins Creed Origins. O que significa menos envolvimento da comunidade fora do ambiente in-game. Adicionalmente, há um empenho dos desenvolvedores da Blizzard em apostar mais em conteúdos sazonais para poder manter a comunidade aquecida, consumindo conteúdo e até realizando micro-transações em loot boxes. Entretanto, será o suficiente? Será sustentável?

Esse é o ponto e a equipe de Overwatch sabe bem disso. Para o futuro, espera-se algum anúncio oficial na Blizzcon 2017 seja ele um novo herói, um modo campanha ou até mesmo um novo jogo do universo. Em paralelo os campeonatos seguem e até mesmo haverá um campeonato no Brasil. 

Porém todo esse esforço precisa ser melhor aproveitado pois a Blizzard precisa mostrar para sua fan-base que, apesar de todos os riscos, ainda há muito o que explorar no universo de Overwatch. A empresa precisa nos lembrar do porquê nos apaixonarmos por Overwatch em 2016.

E você, o que acha? Acredita que Overwatch precisa se reinventar? 

Confira nossa jogatina de Overwatch

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Konami planeja filme e série do game Contra :: Confira o teaser do pôster


Contra, uma série de jogos de videogame lançando para diversas plataformas incluindo Arcades, Master System, Megadrive, Super Nintendo, Nintendo e muitas outras, receberá duas produções.

Segundo a kotaku.com (via 4Gamer), Contra receberá uma versão em live action tanto para a TV quando para o cinema e que o projeto é oficial.

Ainda não há informações sobre as produções ou mesmo data de lançamento - apenas que será uma parceria da japonesa Konami com uma grande empresa de mídia chinesa - entretanto, para os cinemas já há sinopse e um vídeo com o logo oficial da produção. 

Confira:


Em 1998, um grande meteoro cai em uma área inabitada no sul do mar da China. Che Qiang e Li Zhiyong fazem uma investigação inicial, mas saem com as mãos vazias. 29 anos depois, Chen envia os soldados Bill e Lance em uma missão para neutralizar a organização Red Falcon, porém acabam encontrando um inimigo diferente.


 


Animados com a produção?


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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Na Estrada :: Caminho de Santiago e o "não" que habita em mim

Vamos falar de viagem. Dessa vez vamos explorar o caminho de Santiago de Compostela e a luta constante interna que ele propicia.

Nosso grupo preso em uma nevasca no Cebreiro
Por Fernando Jácomo,
Não!

Pare para refletir: "no último ano, quantos 'NÃOs' você tem ouvido?". Reflita por 5 segundos, vamos lá, eu espero..

Foi um "Não" para uma vaga de emprego? Talvez um "Não" do chefe sobre alguma ideia? Quem sabe um "Não" para um pedido de namoro?

Mas como muitas pessoas sabem, ouvir "Não" faz parte da vida e ele pode ser libertador. Ele pode nos direcionar para novos caminhos que muitas vezes não estávamos enxergando.

E quando dizemos "Não" para nós mesmos?
Sabem os clássicos "eu NÃO consigo!" ou "Eu NÃO posso!"? Não me entenda mal, é certo que chegará alguns momentos na nossa vida em que devemos dizer "NÃO", entretanto há uma linha tênue entre decidir parar com algo e desacreditar em si mesmo.

O objetivo desse pequeno texto não se limita apenas em vender a máxima batida "acredite nos seus sonhos." Quero partir para um outro lado. Quero direcionar a discussão para a caminhada pelo caminho de Santiago Compostela que nós aqui do site (Leandro e Eu) fizemos em Janeiro de 2015.

Subida no Alto Del Perdon, nosso primeiro NÃO

No primeiro dia e nas primeiras horas, enfrentei meu primeiro "NÃO". Lembro que estávamos ainda de bicicleta (posteriormente iríamos fazer o trajeto a pé) e havia uma subida íngreme cheia de barro até o Alto del Perdon. Não conseguia mais pedalar, o cansaço era forte e caí da bicicleta. Tentei levantá-la e ela caiu novamente. Sem perceber, disse meu primeiro: "Não dá mais!". Fazia  poucas horas que havíamos iniciado. Ignoramos o comentário, levantamos a bicicleta e seguimos empurrando-a até o alto. Horas depois, consegui pedalar e chegamos em Puente La Reina.


No próximo dia, pegamos uma rajada de vento muito forte próximo à Los Arcos. No próximo, uma temperatura baixa sob forte chuva. No próximo, sem as bicicletas, apareceu a primeira bolha, dias depois ficamos presos em uma nevasca e assim se seguiu.

Eu tive oportunidades infinitas de dizer "NÃO". Tive a chance de parar, pegar o próximo trem e aproveitar os dias restantes em uma Eurotrip regada a vinho e museus. Mas não desisti. Eu não disse "NÃO".

Caminhão de Bombeiros abrindo a estrada para nós no alto do Cebreiro
O que me motivava era a capacidade do caminho em me testar. Em me forçar em dizer "NÃO". Enquanto meu corpo podia seguir e enquanto eu tinha saúde, negar a caminhada seria o caminho mais fácil.

E essa dinâmica levo dentro de mim desde que concluí o caminho. Sempre que alguma situação me diz "NÃO", vejo a chance em refazer meus planos e dar asas para algo que não estava dando valor em minha vida. Pois ainda não fui capaz de dizer "NÃO" para meus sonhos.

E você, qual o maior NÃO precisou enfrentar em sua vida?

Fernando Jácomo, analista de sistemas com especialização em Gestão de Negócios, é estudante de História e mesmo tendo enfrentado problemas no caminho em 2015, pensa todo dia em repetir a dose. 

Conheça nossa página
Acesse nossa página no facebook sobre o caminho de Santiago de Compostela

Já conferiu nossos vídeos?
Temos uma playlist com diversos vídeos sobre o caminho, confira alguns vídeos:

Quem foi Santiago de Compostela?



Subindo o Cebreiro



Perguntas e Respostas sobre o caminho - Parte 1

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Comediante e Fotógrafo coloca Pennywise em fotos de casamento de irmã


Jesse McLaren um comediante e fotógrafo dos EUA fotografou o casamento de sua irmã. Durante a edição, ele aproveitou para colocar as imagens do palhaço Pennywise. No twitter, ele publicou algumas imagens com o texto: "Minha irmã pediu para que eu fotografasse o casamento dela. Escondi o palhaço Pennywise em todas as fotos. Contagem regressiva até ela perceber

A irmã percebeu e respondeu: "Por um lado, espero que você consiga a ajuda profissional que precisa. Por outro lado, quero muito utiliza-las.


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Destiny 2 encontra Overwatch :: Cayde de Destiny visita a Blizzard

Fonte: Blizzard e Bungie

Em comemoração ao lançamento de Destiny 2 para PCs, a Blizzard (sim, você leu "Blizzard" e não "Bungie") em seu perfil oficial no facebook, publicou as fotos de uma visita de Cayde (Destiny 2) na casa "rival" e dona dos games rivais Overwatch e WOW ao lado de diversos cães (em alusão à frase "For the Puppies"- algo como "pelos caezinhos"- utilizada na campanha de marketing viral da Bungie). 

Destiny 2 e Overwatch, se juntas ja causam...

Confira as imagens divertidas:

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie 

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie

Fonte: Blizzard e Bungie



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Stephen King :: Confira as adaptações para TV e Cinema do autor em 2017

O ano de 2017 teve muita obra do mestre do suspense e do terror Stephen King adaptada para TV e cinema. Listamos aqui quais foram elas.

Fonte de Imagem: Rolling Stones

Já não é de hoje que Stephen King é cultuado pelos fãs de suspense e terror. Estadunidense na veia, King é um escritor de muitos predicados, que vão desde sua capacidade intelectual em criar tramas cheias de mistérios, até sua habilidade em escrever livros e contos de forma rápida e precisa.

Tal dom, atrai os olhos de Hollywood desde o final dos anos 70 e a cada livro lançado, além de se tornar um best-seller, é também uma oportunidade de algum estúdio faturar um pouco com a história.

Todo ano, sempre somos agraciados com um livro ou uma produção visual de King e no ano de 2017, não poderíamos ficar mais felizes em poder apreciar outras obras do autor na tela - mesmo que algumas ainda não tenham sido tão bem adaptadas.

Por esse motivo, listamos as melhores produções (para TV ou cinema) de obras de Stephen King no ano de 2017.

O Nevoeiro / The Mist
Seriado - Cancelado

A história tem lugar na pequena cidade de Bridgton, que foi envolta repentinamente por uma névoa que esconde monstros do outro mundo. A versão de 2017 veio em forma de série e foi cancelada após a primeira temporada. Para aqueles que quiserem ver mais, recomendamos o filme "O Nevoeiro" de 2007.


Mr Mercedes
Seriado - AT&T

Sendo o primeiro de 3 livros, Mr Mercedes é um romance policial onde que conta a história de uma investigação sobre um psicopata que comete assassinato em massa ao dirigir sua Mercedes em direção a uma multidão de pessoas.


A Torre Negra
Cinema

Misturando fantasia, faroeste, sci-fi e terror a história segue um "pistoleiro" e sua busca em direção a uma torre, a Torre Negra, no centro de diversas realidades. O filme de 2017 não atendeu as expectativas, pelo menos a história rendeu uma série de livros e até HQs, por isso material não falta para acompanhar a história.


Jogo Perigoso 
Filme - Netflix

Um casal em crise decide viajar para uma casa isolada na intenção de passar um fim de semana romântico. O marido leva algemas para uma aventura erótica, porém uma vez tendo a mulher presa, o marido sofre um ataque cardíaco e morre. Presa, sem ter a quem pedir ajuda, ela luta pela sobrevivência em um terror psicológico que promete deixar muitas pessoas nervosas.


1922
Filme - Netflix

Baseado em um conto, 1922 narra a história de uma família rural que passa a ter desentendimentos. A mulher, cansada da vida no campo, força o marido e o filho a mudarem de vida e ameaça vender sua parte da fazenda. Eles entretanto, não querem mudar de vida e decidem que irão mata-la.


It
Cinema

Dispensa muitas apresentações. O filme, que foi a maior bilheteria de um filme de terror na história do cinema, narra a história de crianças que precisam encarar seus medos enquanto enfrentam a personificação diabólica e assustadora do palhaço Pennywise. Falamos muito mais do filme no artigo: IT: A Coisa - A obra-prima do MEDO... (MEDO com letras bem maiúsculas).


O que mais vem por aí?
Castle Rock (estima-se que entre final de 2017 e início de 2018 no Hulu), Cemitério Maldito (possível remake), Revival (baseado no livro de 2017) e Dança da Morte (possível remake) 

Outras obras do autor para ler e assistir
  • A Espera de um Milagre
  • Colheita Maldita
  • Carrie - A Estranha 
  • 1408
  • Cujo
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Cosplay gigante de Transformers aparece em Nova Iorque


Durante a New York Comic Con 2017Thomas DePetrillo da Extreme Costumes decidiu fazer um cosplay de Bumblebee da franquia Transformers. DePetrillo e a Extreme, já possuem como costume produzir trajes nesse estilo. 

Confira um vídeo e imagens do cosplay.


Fonte: Extreme Costumes
Fonte: Extreme Costumes

Fonte da notícia: Kotaku.com
Página da Extreme Costumes

Já conferiu o nosso Papo Play sobre BGS 2017?

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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Como comprar um chip de celular na Índia :: Índia 011 :: Na Estrada


Chegar em outro país também significa ter que ligar para a mãe, postar as fotos no Instagram, caçar um Pokémon da região.. mas sem um chip de Internet as coisas ficam difíceis. Na Índia, as opções são mais restritas e, por esse motivo, vamos falar um pouco de chip de celular na Índia. Assista:

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Pokémon Go :: Evento de Halloween :: Confira a tradução do comunicado oficial da Niantic

Evento começa dia 20 de Outubro.


Depois de rumores na internet, a Niantic oficializou seu evento de Halloween em Pokémon Go, confira a tradução do comunicado oficial.

Gastly, Drowzee, Cubone e outros Pokémon assustadores estão de volta de novo nesse Halloween, e dessa vez, eles estão trazendo amigos especiais. Sableye, Banette e outros Pokémon do tipo fantasma, originalmente descobertos na região de Hoenn, farão sua primeira aparição em Pokémon Go. O resto dos Pokémon, vistos pela primeira vez nos jogos Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire, aparecerão gradualmente no início de Dezembro. Esperamos que os treinadores se unam nesse especial de Halloween. A celebração iniciará dia 20 de Outubro (12 P.M. PDT - 17hrs no horário de Brasília) e durará até 2 de Novembro (1 PM PDT - 18 hrs Brasília). 
Um Pikachu especial sairá nessa celebração com uma nova roupa, e você também! Vista seu avatar para a ocasião vestindo o chapéu do Mimikyu. Você ganhará também extra Candy enquanto estiver praticando seu "gostosuras e travessuras" com seu Pokémon:  capturando, rachando ovos, transferindo e caminhando com seu Pokémon companheiro que achará candies duas vezes mais rápido. Por fim, mas não menos importante, você terá a oportunidade de adquirir caixas especiais na loja do jogo com passes de Raid e super incubadoras. 
Enquanto estiver procurando por Sableye, Banette e outros Pokémon assustadores, utilize a câmera do seu Pokémon Go para capturar fotos festivas e compartilhar nas redes sociais com a hashtag #PokemonGOHalloween. Como sempre, fique alerta com os arredores enquanto jogar Pokémon Go, nesta temporada.

 Confira o vídeo de lançamento



Confira nosso ultimo Papo Play, onde visitamos a BGS 2017

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Novos Mutantes :: Já conferiu o trailer do novo filme?

Filme está agendado para abril de 2018.


Recentemente a Fox liberou o trailer dos Novos Mutantes, equipe de mutantes que compõe o universo dos X-men.

No trailer, é possível conferir alguns heróis como o brasileiro Mancha Solar, Magia e Lupina. O longa promete um clima de terror e tem estréia marcada para 13 de Abril de 2018

Confira:

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Destiny 2 :: Speedrun de Leviathan em pouco mais de 22 minutos!

Conseguem bater esses recordes?


Após o lançamento de Destiny 2, os jogadores puderam enfrentar os desafios de Callus na Incursão (ou Raid) Leviathan. O desafio envolve 4 telas - entre elas o boss final Callus - onde é preciso coordenação, comunicação, paciência e treino de todos da equipe.

Por esse motivo, diversos jogadores conseguiram fazer vários SpeedRun para tentar bater o recorde mundial. A questão é que a cada dia, novos recordes vão aparecendo na Internet e todos eles ainda estão sem uma auditoria conclusiva, sobre quem é o melhor.

Por esse motivo, vamos colocar aqui alguns recordes. No geral, todos utilizam a área subterrânea do cenário para conseguirem chegar nos locais indicados, o que poupa um grande tempo pois evita o duelo contra os soldados de Callus nas portas dos cenários.

Assistam e se inspirem.


(Nota do autor: "Minha raid recente começou 00:00 e só terminou por volta de 05 da manhã, onde 3 horas foram gastas no Callus [aquele $@#$*&]. Que orgulho desses caras do vídeo! Que orgulho!")


Speed Run 1: 22:10 (recorde mais recente no You Tube - Data 15/10)



Speed Run 2: 43:09 com 4 jogadores apenas!




Speed Run 3: 24:19 com cronômetro para evidenciar tempo


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BGS 2017 :: Por dentro da maior feira de games da América Latina - Assista :: Papo Play 13


Hora de desvendarmos a BGS 2017. Tem Kojima, tem Ni No Kuni 2, tem Far Cry 5 e até Monster Hunter. Confira as principais imagens do evento e nossas primeiras impressões.

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BGS 2017 :: Acredite, Far Cry 5 vai além de um jogo bonito


Por Fernando Jácomo

Far Cry sempre foi uma franquia interessante por diversos motivos: Storytelling bem conduzido, jogabilidade fluida e versátil, gráficos excelentes e muitas coisa para fazer. 

Assim como seus antecessores, Far Cry 5 promete a mesma imersão, porém aborda uma questão polêmica.

Durante a BGS 2017, a Ubisoft trouxe Far Cry 5 para os gamers poderem testar (tanto em seu estande, quanto no estande do Playstation). No estande da Ubisoft, as televisões e os videogames foram posicionados dentro de uma capela. Em suas paredes estava escrito em pontos diferentes, os sete pecados capitais e, os jogadores se sentavam em bancos de igreja para jogarem. Meu televisor ficava no ultimo banco, em uma área onde não podia me sentar: precisava me ajoelhar (Nota: me sentei no chão, pois tinha um dia longo de BGS - mas entendi o recado Ubisoft rs)

O jogo promete ser em cima do vilão, sai Vaas (FC3) e Pagan Min (FC4), entra Joseph Seed, um líder religioso que evidencia um enredo pensado inicialmente para o contexto norte-americano: o conservadorismo, o fanatismo e o autoritarismo. À frente da capela, era possível ver um banner de Joseph e seus seguidores em uma cena que remetia lembrava a última ceia - a mesma da capa do jogo.

A aposta certa da Ubisoft está em se apropriar da onda do conservadorismo liberal não laico - que tem assustado não somente a Esquerda, mas toda uma classe de artistasm criadores de conteúdo e jornalistas - e coloca em discussão esse assunto importante.

Enquanto os Estados Unidos de Trump é governado sob controvérsias, outros países têm uma forte onda remando na mesma direção e Far Cry 5, inicialmente se propõe a questionar todos esses elementos.

Localizado no estado de Montana, o game conta com um visual orgânico e vivo, gostoso de explorar e cheio de possibilidades. Ao contrário dos cenários exóticos e paradisíacos dos outros games, o objetivo de FC5 é causar estranheza em um ambiente considerado comum.

O game tem condições de ultrapassar mais uma vez a linha que divide games de arte, nos fazendo repensar sobre as formas que o mundo real pode ser traduzido em um ambiente virtual caótico. E mesmo que ele não cumpra esse papel, pelo menos parece estar bem divertido.

Far Cry 5 chega em fevereiro de 2018 para PS4, Xbox One de PC.

Fernando Jácomo é estudante de História, formado em Análise de Sistemas com especialização em Gestão de Negócios, acredita que o mundo precisa aprender a conviver em paz com várias ideologias e religiões. Também tem um sonho utópico onde os tiros e as guerras ficarão apenas no videogame.

Assista mais sobre a BGS:

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

BGS 2017 :: Testamos Ni No Kuni 2 :: Confira as principais mudanças


Ni No Kuni foi uma surpresa quando foi lançado em 2010. Além de trazer elementos clássicos de RPG, o game inicialmente feito para DS e depois para o PS3, tinha a possibilidade de capturar os bichos pelo cenário e treiná-los no melhor estilo Pokémon. O que o diferenciava entretanto, era sua narrativa e visual extremamente caprichado.

Após anunciada sua continuação, os fãs ficaram animados com o que poderiam encontrar. Por sorte, Ni No Kuni II Revenant Kingdom, estava disponível na BGS 2017, onde era possível jogar o game no estande da Sony em uma experiência de 15 minutos, podendo ser feita uma entre 3 missões disponíveis.

No geral, o que podemos afirmar:
  • Diferente do primeiro game, feito em parceria com o Studio Ghibli, o segundo é independente, mas contém os traços e narrativas específicas do estúdio;
  • O game testado não possuía diálogos falados, muito provavelmente por ser uma versão beta inicial, entretanto em uma das cut scenes finais, os personagens falam - não é possível afirmar se o áudio japonês será mantido;
  • A batalha está mais dinâmica, cada botão realiza um ataque sem a necessidade de turnos. Além dos ataques físicos, é possível executar ataques mágicos;
  • O estilo de luta lembra um pouco Dragon Age e Dragon Quest Heroes, porém sem a mesma quantidade de inimigos no cenário;
  • No lugar dos usuais monstros utilizados nas batalhas, entram os Higgledies, uma espécie Pikmin da Nintendo. Aparentemente a função deles será dar boost para os personagens ou ataques especiais durante as batalhas;
  • Nas versões disponíveis, não era possível capturar os monstros para treiná-los;
  • A party nos testes que fizemos era compostas de até 3 personagens - como no anterior;

Ainda não é possível definir se Ni no Kuni II Revenat Kingdom é bom ou não. Por se tratar de um game de RPG, é preciso observar a capacidade do jogo em manter seus jogadores horas na frente do videogame. A estimativa do lançamento é 19 de Janeiro de 2018 para PS4 e PC.

Assista mais sobre a BGS:

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Stranger Things :: Chiquinha do Chaves em Stranger Things - Confira o vídeo


A Netflix Brasil não para de homenagear os fãs brasileiros. Depois de Gretchen e Xuxa, a Chiquinha  (Chaves), interpretada pela própria Maria Antonieta de Las Nieves, protagoniza a chamada para a nova temporada de Stranger Things.  Confira o resultado:


Bagulhos Sinistros Stranger Things
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BGS 2017 :: O que esperar de Dragon Ball FighterZ

Durante a BGS testamos Dragon Ball FighterZ no Playstation 4. Confira um pouco o relato do teste do game.


Por Fernando Jácomo,

Apesar de apaixonado por Dragon Ball (tanto o mangá quanto o anime), particularmente nunca gostei muito dos games de luta da série. Talvez durante a geração 16 Bits tenha me maravilhado mais com o estilo 2D e os golpes especiais, que quando executados longe do oponente, dividia a tela em um efeito que lembrava muito as animações.

De lá para cá, os games de Goku e seus amigos, foram sendo lançados atraindo diversos fãs, menos eu. Mesmo a grande fase Budokai do Game Cube e PS2, não me atraiu muito.

Apesar de um eterno saudosista com as franquias SF, Tekken e KOF, recentemente tenho jogado muito o game Guilty Gear Xrd -SIGN-, da ARC System. Sem precisarem apelar para o gráfico totalmente 3D, a empresa conseguiu manter a mesma qualidades, jogabilidade e até nostalgia dos games anteriores em uma espécie de fake-3D-Cell Shading- o famoso 2.5D. O resultado ficou muito bom.

Para minha surpresa, durante a E3 2017, a ARC System anunciou o game Dragon Ball Fighters Z, distribuída pela Bandai Namco Entertainment, utilizando a mesma técnica de GGXrd, em um estilo de luta 2D mas com o motor Unreal rodando por trás.

E nesse ponto estava eu, pronto para testar meu jogo na BGS 2017, pensando que esta poderia ser a melhor fórmula para um jogo de luta. As expectativas eram altas.

Em um duelo mano a mano com outro jogador, meu Vegetta se movimentava com bastante fluidez, mas levava muitos danos de Gohan, que conseguia dar counter em todos os meus ataques aéreos. Por sorte, meu Cell entrou em luta com combos e especiais muito fáceis de serem aplicados. Após uma partida, a luta havia acabado e ambos os jogadores estavam satisfeitos com aquela partida. Queríamos mais.

No geral, o game está fluido, as animações estão intensas e os ataques condizem com cada um dos personagens. O game conta com uma jogabilidade bem particular que por alguns momentos lembra Guilty Gear (especialmente nos combos) e por outros Marvel vs Capcom 2 (especialmente nas animações). Ele não possui a mesma agilidade de ataque de um game de luta no estilo 2D, o que torna o jogo mais técnico e competitivo: você só atacará quando realmente for para iniciar uma sequência, caso contrário, o contra-ataque poderá ser conclusivo.

O game atendeu minhas expectativas e tem espaço para ser um clássico. O que mudará agora será o marketing em cima do produto. Já especula-se que o game poderá não sair em português (o que seria um desperdício de potencial para nosso mercado). Talvez esteja aí a solução: potencial. O mercado é bom, o público gosta, há uma base de fãs bem fiel e o game é bem legal... a faca e o queijo estão nas mãos da Bandai Namco. Agora é só aproveitar.

Dragon Ball FighterZ será lançado em 18 de Fevereiro de 2018 para PS4, Xbox One e PC.

Fernando Jácomo é entusiasta em História e formado em Análise de sistemas com especialização em Gestão de Negócios. Fã de Dragon Ball, não esperava ver um jogo tão bonito assim.

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